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Monitoramento da ressonância magnética da evolução da lesão na esclerose múltipla



A atividade da doença na esclerose múltipla (EM) está fortemente ligada à formação de novas lesões, que envolvem uma sequência complexa de processos inflamatórios, degenerativos e reparativos. As técnicas convencionais de ressonância magnética (RM), como as ponderadas em T2 e ponderadas em T1 com gadolínio, são altamente sensíveis na demonstração da disseminação espacial e temporal de placas desmielinizantes no cérebro e na medula espinhal. Assim, essas técnicas podem fornecer uma avaliação quantitativa da atividade da doença em pacientes com EM, e são comumente usadas para monitorar a eficácia do tratamento em estudos clínicos e em casos individuais. No entanto, a correlação entre as medidas convencionais de RM da atividade da doença e as manifestações clínicas da doença, particularmente a incapacidade irreversível, é fraca. Isso tem sido explicado por um processo de exaustão de redundâncias estruturais e funcionais que impede cada vez mais o reparo e a recuperação, e pelo fato de essas técnicas de imagem não serem suficientes para explicar todo o espectro do processo da doença e o desenvolvimento da lesão. Técnicas não-convencionais de ressonância magnética, como imagens de transferência de magnetização, imagens ponderadas por difusão e espectroscopia de ressonância magnética de prótons, que podem medir seletivamente os aspectos mais destrutivos da patologia da MS e monitorar os mecanismos reparadores desta doença, estão sendo cada vez mais utilizadas para análise em série de novos formação de lesão e fornecer uma melhor aproximação do substrato patológico das placas de MS.

Fonte: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3755529/

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  • Texto Original



    Disease activity in multiple sclerosis (MS) is strongly linked to the formation of new lesions, which involves a complex sequence of inflammatory, degenerative, and reparative processes. Conventional magnetic resonance imaging (MRI) techniques, such as T2-weighted and gadolinium-enhanced T1-weighted sequences, are highly sensitive in demonstrating the spatial and temporal dissemination of demyelinating plaques in the brain and spinal cord. Hence, these techniques can provide quantitative assessment of disease activity in patients with MS, and they are commonly used in monitoring treatment efficacy in clinical trials and in individual cases. However, the correlation between conventional MRI measures of disease activity and the clinical manifestations of the disease, particularly irreversible disability, is weak. This has been explained by a process of exhaustion of both structural and functional redundancies that increasingly prevents repair and recovery, and by the fact that these imaging techniques do not suffice to explain the entire spectrum of the disease process and lesion development. Nonconventional MRI techniques, such as magnetization transfer imaging, diffusion-weighted imaging, and proton magnetic resonance spectroscopy, which can selectively measure the more destructive aspects of MS pathology and monitor the reparative mechanisms of this disease, are increasingly being used for serial analysis of new lesion formation and provide a better approximation of the pathological substrate of MS plaques. These nonconventional MRI-based measures better assess the serial changes in newly forming lesions and improve our understanding of the relationship between the damaging and reparative mechanisms that occur in MS.

    VEJA TAMBÉM:

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  • Medida da translucência nucal em fetos com atrofia muscular espinhal.